Com um total de 1.073 ações em 267 municípios, a Bahia lidera no país o
número de ações por improbidade administrativa em tramitação, apresentadas pelo
Ministério Público Federal (MPF-BA) contra políticos e gestores públicos.
Somadas às 215 ações de improbidade propostas pelo Ministério Público Estadual
(MP-BA), o estado tem 1.288 processos.
Os dados foram recolhidos por A TARDE nos mapas da improbidade alimentados pelos órgãos de controle. O quadro, porém, é ainda mais abrangente, de acordo com o promotor de Justiça Valmiro Macedo, que trabalhou no mapa do MP-BA. O total de processos, incluindo os julgados, estava em 838 até a última sexta-feira, 24.
Os dados foram recolhidos por A TARDE nos mapas da improbidade alimentados pelos órgãos de controle. O quadro, porém, é ainda mais abrangente, de acordo com o promotor de Justiça Valmiro Macedo, que trabalhou no mapa do MP-BA. O total de processos, incluindo os julgados, estava em 838 até a última sexta-feira, 24.
O ato de improbidade, previsto na Lei nº 8429/92, é descrito como o
ilícito cometido por agente público "em desrespeito às regras inerentes ao
trato da coisa pública, podendo causar enriquecimento ilícito, prejuízo ao
erário e/ou ofensa aos princípios da administração pública"
Ranking
Dentre os municípios com maior numero de ações no Ministério Público Estadual, Irecê está na frente com 44. Sem eguida, o município de Itaberaba, na Chapada Diamantina possui 33 ações. Na Região Metropolitana de Salvador, Simões Filho aparece na terceira colocação com 30 processos. Os outros são Andaraí com 22; Ribeira do Pombal e Dário Meira com 14 ações, cada; Eunápolis com 12; Cipó e Cícero Dantas, possuem 12 ações de improbidade e Novo Horizonte que encerra a lista com 11.
Já no Ministério Público Federal, a capital baiana lidera absurdamente com 46 ações de improbidade administrativa, seguida de Serra do Ramalho com 29. Ilhéus fecha a lista com 13 ações.
