Embalado pelas pesquisas de
intenção de voto e pelo desejo de correligionários e aliados de oposição,
sobretudo do PSDB, o ex-governador Paulo Souto, do DEM, parece estar gostando
da ideia de entrar na disputa pela sucessão de Jaques Wagner (PT) em outubro
próximo; democrata diz que aceita desafio "se houver
consenso"; será que ACM Neto está disposto a quebrar acordo feito com
o PMDB em 2012, quando ele teve apoio incondicional de Geddel contra o petista
Nelson Pelegrino no segundo turno da disputa pela Prefeitura de Salvador?
Depois de falar no início do
cortejo rumo à Colina Sagrada que não falaria sobre política "nem sob
tortura', Souto disse ao site Bahia Notícias que "se houver" consenso
no time da oposição ele aceita entrar na disputa.
Paulo Souto empata com o
peemedebista Geddel Vieira Lima em todas as pesquisas de intenção de voto que
não têm o nome do prefeito ACM Neto (DEM) posto à avaliação.
E por falar em Geddel, ele também
estava na Lavagem do Bonfim e mais uma vez pregou clima paz e amor na oposição.
"Está tudo bem". Além dele e de Paulo Souto, o secretário de
Transporte e Urbanismo de Salvador, José Carlos Aleluia, também do DEM, mantém
sua pré-candidatura.
A julgar pelas palavras de Paulo
Souto e de Geddel, a tão sonhada união das oposições pode não acontecer, pois
mesmo que o democrata for candidato, o ex-ministro também será. "Sou
candidato a governador e ponto", disse o peemedebista ontem ao Bahia 247
ao negar possibilidade de ser candidato a senador ou a vice-governador.
Será que ACM Neto está disposto a
quebrar acordo feito com o PMDB em 2012, quando ele teve apoio incondicional de
Geddel contra o petista Nelson Pelegrino no segundo turno da disputa pela
Prefeitura de Salvador?
