A Petrobrás deixou claro nesta segunda-feira que continuará brigando por reajustes nos combustíveis e pela paridade dos preços de seus produtos com os praticados no mercado internacional. Em apresentação para detalhar o plano de negócios 2012-2016, a diretoria mostrou que os reajustes da gasolina (7,83%) e do diesel (3,94%) autorizados pelo governo e em vigor desde ontem não compensaram integralmente a defasagem de preços.

Editorial - Se houver o reajuste, já sabemos que haverá um acrescimo em tudo no mercado. Resumindo, o impacto no bolso do brasileiro será de imediato!

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