De 2017 para 2018, houve redução na produção de 5 dos 10 produtos não madeireiros da extração vegetal investigados na Bahia. Os recuos na extração de piaçava (menos 1.048 toneladas, chegando a um volume de 6.854 toneladas extraídas) e umbu (menos 56 toneladas, chegando a 5.752 t) foram os mais representativos em termos absolutos. Os dados são da pesquisa “Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS) 2018” , divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE.

Ainda assim, a Bahia manteve a liderança nacional na extração desses dois produtos. Dos 10 municípios que mais extraem piaçava, 8 são baianos, encabeçados por Canavieiras (1.351 t), Nilo Peçanha (900 t) e Ituberá (700 t.). Já no caso do umbu, dos 10 municípios com maior extração, 9 estão na Bahia, liderados por Mirante (465 t), Manoel Vitorino (350 t) e Brumado (298 t).

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Por outro lado, dentre os produtos não madeireiros do extrativismo em alta na Bahia, de 2017 para 2018, os destaques mais uma vez foram para a mangaba (mais 36 toneladas, chegando a 243 t extraídas) e o pequi (mais 25 toneladas, chegando a 474 t em 2018).

Nova Soure é o maior extrativista de mangaba do estado (100 t) e o 5º maior do país. Caetité tem a liderança na extração de pequi na Bahia (145 t) e é o 44º produtor nacional. Informações bahiadevalor

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